CURITIBA JAZZ MEETING - TEATRO POSITIVO I EDIÇÃO

ZIMBO TRIO // 01 de agosto // I EDIÇÃO


O ZIMBO TRIO nasce no auge do movimento de renovação da música brasileira. Hoje, AMILTON GODOY (piano) e RUBINHO BARSOTTI (bateria) têm como contrabaixista ITAMAR COLLAÇO e continuam com os mesmos objetivos de trabalhar dentro da música instrumental de padrão internacional.
A música instrumental brasileira tem no ZIMBO TRIO um suporte de sua identidade. Desde a concepção musical, passando pelo excelente repertório, à técnica apurada de execução, estes três músicos excepcionais comprovam que a unidade pode ser atingida pela integração das diferenças, resultando em harmonia muito própria e estável.
Esse trabalho, influenciador de tantos músicos e grupos, está registrado em quarenta e oito discos gravados e lançados no Brasil e em vinte e dois, dos quarenta e um países, aonde o Trio vem se apresentando desde março de 1.964. Entre milhares de apresentações, vale ressaltar os trabalhos do ZIMBO com orquestras sinfônicas do Brasil, Venezuela, Argentina, Uruguai, Colômbia e as apresentações no Phillarmonie de Berlin, Town Hall e outros.
Lançam seu 49º álbum - Zimbo Trio ao Vivo, pela gravadora Eldorado, que foi gravado ao vivo no ano passado, em São Paulo, no projeto Grandes Encontros 2.006.
O ZIMBO TRIO é um dos grupos mais premiados dessas quatro décadas, tendo em sua galeria: Troféu Imprensa, Roquete Pinto, Pinheiro de Ouro, Chico Viola, Índio de Prata, Candido Mendes, VIIº Prêmio Sharp de Música, entre outros.
Talentosos e criativos, sem se despersonalizarem com os modismos e várias correntes musicais que se impuseram nesses quarenta e três anos – as muitas águas que passaram sob a ponte – compõe um dos mais conceituados trabalhos de grupo, cujo elo entre seus componentes é a entrega total à música.
Desde 1973 o Trio dirige o Clam, Centro Livre de Aprendizagem Musical, em São Paulo, voltado para ampla formação musical.
PROGRAMA:

DOMINGO NO PARQUE - GILBERTO GIL
A FELICIDADE- TOM JOBIM/VINICIUS DE MORAES
INCOMPATIBILIDADE DE GENIOS -JOÃO BOSCO
TESTE DE SOM-AMILTON GODOY
NA BAIXA DO SAPATEIRO-ARY BARROSO
LAMENTOS-PIXINGUINHA
CHÔRO-AMILTON GODOY
ZAZUEIRA-JORGE BENJOR
MAS QUE NADA-JORGE BENJOR
CHEGA DE SAUDADE-TOM JOBIM/VINICIUS DE MORAES
TREM DAS ONZE-ADONIRAM BARBOSA
PONTEIO-EDU LOBO
GABRIELA-TOM JOBIM

ULF WAKENIUS // 01 DE AGOSTO // I EDIÇÃO


Quarteto com LARS JANSON ao piano, PAUL SVANBERG na bateria e JARL MARTIN no contrabaixo, preserva em suas interpretações a mais pura essencia do bep bop e do cool jazz contemporaneos .

Nasceu em 26 de abril de 1958 em Halmstad, Suécia. Começou a tocar guitarra aos 11 anos, inspirado por outros guitarristas da vizinhança de sua cidade natal. No início gostava dos virtuosos guitarristas de blues mas logo mudou para música mais jazzística. John McLaughlin tornou-se seu novo herói ( John escreveu notas para um de seus albuns solo). Aos 17 anos Ulf estabelecera-se como um músico de Jazz, tocando com diferentes grupos suecos, e logo após começou a fazer tournées por toda Europa.

Suas influências foram lendas como Barney Kessel, Herb Ellis, e Joe Pass. Já tocou no Carnegie Hall, Hollywood Bowl, Blue Note e tambem para multidões ao redor do mundo. Apresentou-se na TV Americana(CBS) e Tv Globo(Brazil) com Oscar Peterson. Gravou “Trail of Dreams” com Oscar Peterson e Michel Legrand, para o selo Telarc , e nos últimos anos tem se apresentado com músicos excepcionais como , Milt Jackson, Ray Brown, Joe Henderson, Herbie Hancock, Michael Brecker, Phil Woods, Clark Terry, Johnny Griffin, Toots Thielemans, Jack DeJohnette ,e outros. Gravou 2 CDs tambem para Telarc com Ray Brown: “Seven Steps To Heaven” que se tornou "número um U.S. jazz charts", e “Summertime” que fez tournée com Oscar Peterson , cujo ponto alto o Hollywood Bowl Concert para 17 000 pessoas.

No início da década de 80 Ulf fundou o duo “Guitars Unlimited” com Peter Almqvist com quem tocou em vários países do mundo.

Em 1985 participou do Melody Grand Prix, evento histórico visto por 600 milhões de espectadores; provavelmente a maior número para um jazz-guitar duo.

Em meados da década de 80 Ulf teve a oportunidade de gravar um album solo no Rio de Janeiro. Ele teve a felicidade de encontrar músicos como Sivuca, Luizão, Paulo Braga (Elis Regina), Nico Assumção (Milton Nascimento) .Esta aventura brasileira o colocou entre os artistas mais ouvidos da Escandinávia. Foi o início de uma longa estória de amor com a cultura brasileira. Mais tarde Ulf retornou ao Brasil com Oscar Peterson e tocou para 35.000 pessoas em São Paulo.

PROGRAMA:

Seven Days of Falling
Dodge the Dodo
Believe
Bereft
Below (Love is Real)
Tuesday Wonderland
Elevation of Love Pavane "Thoughts of a Septuagenarian"
Good Morning Susie Soho
Eighthundred Streets by Feet
When God Created the Coffee Break
Shining on You
Viaticum.

EGBERTO GISMONTI // 02 de agosto // I EDIÇÃO




De família musical, começou a estudar piano aos cinco anos. Ainda na infância e adolescência, seus estudos no Conservatório já incluíram flauta, clarinete, violão e piano. Em 1968, participou de um festival da TV Globo com a canção "O Sonho", que atraiu a atenção do público e elogios da crítica. Partiu nesse mesmo ano para a França, onde estudou música dodecafônica com Jean Barraqué e análise músical com Nadia Boulanger.

Em 1969, lançou seu primeiro disco, Egberto Gismonti, com forte influência da Bossa Nova. O álbum, hoje cult, acabaria sendo uma de suas obras mais acessíveis, dado que, nos anos 1970, Gismonti se dedicaria a pesquisas musicais e experimentações com estruturas complexas e instrumentos inusitados, voltando-se quase exclusivamente para a música instrumental.

A hesitação das gravadoras brasileiras com o seu estilo o levou a procurar refúgio em selos europeus, pelos quais lançou vários álbuns pelas décadas seguintes. Gismonti explorou diversas avenidas da música, sempre imprimindo o seu interesse pessoal: o choro o levou a estudar o violão de oito cordas e a flauta, a curiosidade com a tecnologia e a influência da Europa o levaram aos sintetizadores, a curiosidade com o folclore e as raízes do Brasil o levaram a estudar a música indígena do Brasil, tendo mesmo morado por um breve período com índios yawaiapiti, do Alto Xingu.

A carreira de Gismonti prosseguiu sólida - se não comercialmente explosiva - e o artista continuou gravando seus álbuns e participando de discos alheios, além de fazer turnês de sucesso, especialmente na Europa. Entre os músicos com os quais colaborou ou colaboraram com ele, destacam-se Naná Vasconcelos, Marlui Miranda, Charlie Haden, Jan Garbarek, André Geraissati, Jaques Morelenbaum, Hermeto Pascoal, Airto Moreira e Flora Purim.

Gismonti nos anos 80 recomprou todo o seu repertório de composições e tornou-se um dos únicos compositores do país donos de seu próprio acervo. Ele relançou parte de sua discografia pelo seu próprio selo, Carmo. Muitos músicos vêm gravando suas composições recentemente.

PROGRAMA

1.KARATÊ
2.PALHAÇO
3.SANFONA
4.FREVO
5.SONHOS DE CASTRO ALVES
6.INFÂNCIA
7.A FALA DA PAIXÃO
8.7 ANÉIS
9.REALEJO E DANÇA
10.SANFONA
11.FORRÓ
12.FORROBODÓ
13.MEMÓRIA E FADO
14.ÁGUA E VINHO

ANDRÉ DEQUECH NONETO 02 de agosto // 2008


Esta formacão foi arregimentada com a colaboracão do musico curitibano Hélio Brandão, contando com a participacão especial do saxofonista Nivaldo Ornelas, do baterista Paulo Braga e do contrabaixista Sérgio Barroso – nomes consagrados que dispensam apresentacões.

A ideia geradora deste Noneto seria a de desenvolver uma sonoridade original, intermediária entre a flexibilidade de um quarteto e o peso de uma big band, através do emprego de uma escritura musical inteligente capaz de adequar as técnicas de instrumentacão e contraponto às variacões de densidade e caráter de cada peça do repertório escolhido.

O repertório inclui standards, como Walking de Richard Carpenter - gravado nos anos 50 por Miles Davis, e originais, como Ensaios, Lycanthropia, Madrid, Outra Volta do Parafuso e Paris, compostos por Andre Dequech – também responsável pela direcão musical e os arranjos apresentados.

Segundo Nivaldo Ornelas, “André é o descendente direto de uma linha de pianistas com uma harmonia muito sofisticada e tem o toque refinado, a concepção e a audácia dos artistas inovadores”.


Formacão:

Andre Dequech – piano e direcão musical

Sergio Barrozo - contrabaixo

Paulo Braga – bateria

Nivaldo Ornelas - sax soprano e tenor

Helio Brandão - sax alto

Sergio Albach - clarinete e clarone

Rogerio Leitum - trompete e flugelhorn

Silvio Spolaore – trombone tenor

Felipe Alves – trombone baixo

PROGRAMA:

Paris
Ensaio
GLS
Madrid
Vesper
Lycanthropia
Pastoral
Outra volta do parafuso
Walking (Richard Carpenter)

CAMERATA BRANDÃO // 03 de agosto // 2008


Orquestra de cordas formada por 20 instrumentistas apresentando obras do compositor Hélio Brandão, sendo elas: Numa Ilha Vazia e Farol da Ilha .

Esse concerto contará com a presença dos irmãos Maria Ester, Maria Alice, Hélio, Zélia e Maica junto aos músicos convidados Atli Ellendersen, Priscila Vargas Pellanda, Juarez Bergmann, Juliane Martens Weingartner, Francisco de Freitas Jr., Rogério Krieger, Simone Ritzmann Savytzky, Vanessa Ritzmann Savytzky, Marcelo Lemos da Silva, Roberto Hübner, Aldo Villani, Ulrike Graf, Romildo Weingartner e Thomas Jucksch. Teremos também a presença ilustre do maestro e amigo Norton Morozowicz.

O conjunto de câmera da família Brandão atuou por muitos anos se apresentando exclusivamente com os membros da família.

Os pais, Hélio e Ophélia, se conheceram na Orquestra Estudantil de Concertos, que deu origem à Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Paraná. Ele, estudante de medicina, violinista fundador; ela, pianista convidada.

Os sete filhos foram nascendo, aprendendo a tocar um instrumento e sendo introduzidos na prática diária de tocar em conjunto com os pais. Sob a orientação de Hilfegard Soboll Martins, formou-se também um Coral com os sete irmãos. À medida que foram crescendo e aprendendo, por seus pais e mestres, amor e disciplina pelo que faziam, aquilo que começou como uma brincadeira ficou mais sério e se expandiu do âmbito familiar para as mais diversas salas de concerto.

Compositor: Hélio Brandão

Teve os primeiros contatos com a música desde a infância, através de um grande incentivo, valorização e respeito que seus pais, Hélio Brandão, Ophélia Moreira Brandão lhe ensinaram sobre a linguagem musical.

Sua formação musical teve grande influência, principalmente pela convivência com grandes músicos: Donata D'Alló, Mauro Senise, Norton Morozowicz, Hans Joachin Koellreuter e seus irmãos Maria Ester, Marie Alice, Renato, Eunice, Zélia, Maica e Koiti.

Vem dedicando sua vida ao Mundo do Jazz, da Música Brasileira e da Música Erudita.


PROGRAMA:

Numa Ilha Vazia

I - Tarde
II - Noite
III - Manhã


Farol da Ilha

solista: Zélia Brandão


Tapajós 177

I - Andante
II - Allegro
III - Elegia
IV - Andante
V - Final


INTEGRANTES:

Regente - Norton Morozowicz


Violino I

Maria Ester Brandão (spalla)
Atli Ellendersen
Priscila Vargas Pellanda
Juarez Bergmann
Juliane Martens Weingartner


Violino II

Maica Brandão
Francisco de Freitas Jr.
Rogério Krieger
Simone Ritzmann Savytzky
Vanessa Ritzmann Savytzky

Viola

Marcelo Lemos da Silva
Roberto Hübner
Aldo Villani
Ulrike Graf


Violoncelo

Maria Alice Brandão
Romildo Weingartner
Thomas Jucksch


Contrabaixo

Hélio Brandão


Flauta

Zélia Brandão

SCOTT HENDERSON // 03 de agosto // 2008


SCOTT HENDERSON - trio com ALAN HERTZ na bateria e JOHN HUMPHREY no contrabaixo, das maiores e talvez a mais rica espressão da guitarra fusion desde a decada de 1980 .

Nascido na Flórida nos EUA, Scott Henderson começou a tocar guitarra cedo. Em sua formação musical, muitos anos foram gastos ouvindo rock, blues, funk e soul, e seus interesses em jazz apareceram depois graças à música de John Coltrane, Miles Davis e outros.

Após se formar na Florida Atlantic University, Henderson se mudou para Los Angeles e começou sua carreira tocando com o violinista Jean-Luc Ponty, o baixista Jeff Berlin, e Weather Report's Joe Zawinul. Sua primeira gravação foi no disco de Chick Corea chamado "Elektric Band", nesse album Scott tocou solos de Fusion com seu fraseado único.

Scott formou o Tribal Tech com o baixista Gary Willis em 1984. Fez turnes e gravou gravou com a banda até a separaçao deles após o album Rocket Science em 2000, e durante esse tempo se moveu diretamente para o modo de tocar guitarra do jazz/Fusion. Em 1991 foi nomeado o melhor guitarrista de Jazz pela revista Guitar World, e em janeiro de 1992 foi eleito o melhor guitarrista de Jazz pelo Guitar Player magazine's Annual Reader's Poll.

Scott Henderson recentemente voltou para as raízes de blues, lançando o aclamado album Dog Party em 1994. Seu último disco solo, Scott Henderson LIVE, segue essa tendencia, e seu trabalho se transforma em funk/jazz fusion.

Scott Henderson atualmente da aulas no Guitar Institute of Technology, que faz parte do Institudo dos músicos em Hollywood, California.

PROGRAMA:

All Blues
Meter Maid
Chelsea Bridge
Sphinx
Calhoun
Mysterious Traveller
Sultan's Boogie
Festival Of Ghosts
Nairobe Express
Ashes
Devil Boy
Hillbilly
Dolemite